{"id":68,"date":"2025-09-10T15:07:19","date_gmt":"2025-09-10T18:07:19","guid":{"rendered":"https:\/\/colinahomolog.com.br\/dev\/larco\/?p=68"},"modified":"2025-09-22T14:13:45","modified_gmt":"2025-09-22T17:13:45","slug":"da-atencao-a-personalizacao-como-as-marcas-precisam-mudar-a-forma-de-se-conectar-com-o-consumidor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/colinahomolog.com.br\/dev\/larco\/da-atencao-a-personalizacao-como-as-marcas-precisam-mudar-a-forma-de-se-conectar-com-o-consumidor\/","title":{"rendered":"Da aten\u00e7\u00e3o \u00e0 personaliza\u00e7\u00e3o: como as marcas precisam mudar a forma de se conectar com o consumidor"},"content":{"rendered":"\n<p>Por muito tempo, a <strong>publicidade viveu basicamente obcecada pelos indicadores de aten\u00e7\u00e3o<\/strong> do p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos pontos de audi\u00eancia da <strong>r\u00e1dio e TV<\/strong> \u00e0s m\u00e9tricas de <strong>visualiza\u00e7\u00f5es e curtidas das redes sociais<\/strong>, \u201cganhava\u201d a marca cujos n\u00fameros estivessem no topo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o passar dos anos e com a volatilidade das informa\u00e7\u00f5es, o que percebemos \u00e9 uma satura\u00e7\u00e3o &#8211; quase que generalizada &#8211; disso. A regra do jogo virou e a aten\u00e7\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais algo t\u00e3o imprescind\u00edvel assim.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ilustrar esse cen\u00e1rio, trago um dado da We Are Social, do ano passado, de que, \u00e0 \u00e9poca,<strong> o brasileiro j\u00e1 possu\u00eda um tempo m\u00e9dio de uso de redes sociais de impressionantes 9 horas e 13 minutos por dia!<\/strong> E a\u00ed voc\u00ea j\u00e1 deve estar se perguntando: como pode a gente passar tanto tempo conectado e a aten\u00e7\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o ser uma marca t\u00e3o significativa?<\/p>\n\n\n\n<p>A realidade \u00e9 que, com essa hiperconex\u00e3o da sociedade, nosso c\u00e9rebro j\u00e1 aprendeu a ignorar, de forma quase autom\u00e1tica, aquilo que n\u00e3o desperta interesse, n\u00e3o tem relev\u00e2ncia ou n\u00e3o nos ajuda a sanar a nossa dor (ainda que n\u00e3o saibamos qual seja).<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 a\u00ed que um novo dado vira a chave do jogo: segundo pesquisa da <strong>Accenture<\/strong>, atualmente, <strong>58% dos brasileiros preferem e consomem de marcas que antecipem suas necessidades<\/strong> e lhes ofere\u00e7am <strong>experi\u00eancias personalizadas<\/strong>. E isso nos diz muito sobre o que tem mudado na perspectiva do consumo e da publicidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O que vemos hoje no mundo \u00e9 a sa\u00edda da era da aten\u00e7\u00e3o para a era da personaliza\u00e7\u00e3o, das experi\u00eancias que fazem sentido. Agora, \u201catrair, converter e repetir\u201d j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais a f\u00f3rmula m\u00e1gica para alavancar faturamento; \u00e9 apenas o ponto inicial de todo o processo.<\/p>\n\n\n\n<p>As <strong>marcas agora enfrentam um novo desafio<\/strong>: a <strong>reten\u00e7\u00e3o dos clientes<\/strong> n\u00e3o se resume mais \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o de an\u00fancios. \u00c9 preciso provar, no detalhe, o que oferecem al\u00e9m do produto; qual \u00e9 a identifica\u00e7\u00e3o real com o consumidor. E, para isso, a busca pela aten\u00e7\u00e3o se transforma em busca pela escuta, pela personaliza\u00e7\u00e3o, pela antecipa\u00e7\u00e3o. <strong>\u00c9 hora de deixar de fazer barulho para passar a fazer sentido<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse novo contexto, sair\u00e1 \u00e0 frente quem compreender que concorrer pela aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, hoje, abre portas. Mas somente uma experi\u00eancia consistente &#8211; que tire o p\u00fablico da plateia e o coloque na narrativa &#8211; manter\u00e1 a marca presente na vida do consumidor. Afinal de contas, o jogo mudou: permanecer\u00e1 nele n\u00e3o quem aparecer mais vezes, <strong>mas quem fizer sentido para ser lembrado.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por muito tempo, a publicidade viveu basicamente obcecada pelos indicadores de aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. 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